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Como a gestão de resíduos sólidos pode impulsionar a economia
Diminuir a quantia de lixo produzido pela sua empresa e saber como descartá-lo pode fazer muita diferença na economia.
Postado em 01/02/2018
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Pouca gente sabe, mas o Brasil tem uma lei, nº 12.305/10, que implementa a Política Nacional de Resíduos Sólidos. E o que isso significa? Significa que o país pretende reduzir a geração de lixo e adequar o descarte, de modo que não seja prejudicial ao meio ambiente, como é hoje.

gestão de resíduos sólidos

Você já parou para se perguntar por que nosso modo de lidar com o lixo é assim? Como tudo, trata-se de uma construção social, de algo puramente cultural. Descartamos lixo porque consumimos os produtos de determinada forma, e nem a indústria nem nós mudamos isso.

 

Os bens que integram nossa casa vêm em embalagens e sempre acabamos tendo de arranjar um lugar para elas. Em vez de jogar fora no lixo comum, devemos separá-la para que possam ser recicladas e, desta forma, economizar o uso das árvores, do solo e das águas.

 

Essas pequenas coisas no dia-a-dia são determinantes e geram um impacto positivo muito maior do que a gente imagina. Se todo mundo tivesse ciência dessas práticas e as adotasse, certamente a poluição e o problema do lixo não teriam chegado aonde chegaram.

 

Vamos te dar algumas dicas para manusear o seu lixo e, ao mesmo tempo, ajudar na manutenção do planeta e impulsionar a economia.

Lixo no lixo: descarte corretamente

Faça uma coleta seletiva na sua casa: separe plásticos de papéis, vidros e latas. Muitas cidades, como São Paulo, têm um programa de coleta seletiva na cidade, fornecendo material a catadores de lixo. Há, também, pontos de entrega voluntária. Geralmente, as prefeituras têm uma lista dos pontos que recebem esses resíduos.

 

Em Ribeirão Preto, a Coordenadoria de Limpeza Urbana retira materiais recicláveis nos 27 distritos, à base do sistema “porta a porta”. No site da prefeitura, tem os dias e os horários de coleta nos bairros. Além disso, existe a coleta em condomínios, no setor público e privado e em ecopontos. Ou seja, é só separar as embalagens!

Saiba descartar eletrônicos

gestão lixo eletrônico

 

Em Ribeirão Preto, na Rua Cerqueira César, 1988, Jardim Sumaré, situa-se o ecoponto fixo da cidade. Se seu computador velho não tem mais espaço em sua casa, é para lá que deve ser levado. Não se esqueça que o computador tem microcomponentes feitos de elementos como lítio, chumbo e arsênio, metais pesados.

 

O descarte inadequado de equipamentos eletrônicos pode contaminar o solo e as águas, prejudicando milhares de pessoas. Por isso, todas as cidades oferecem pontos fixos e/ou móveis para depositar lixo eletrônico. Os profissionais que atuam nesses pontos fazem a separação das peças e as encaminham para as empresas especializadas na reciclagem do material coletado.

Diminua a produção de lixo no seu negócio

 

As indústrias devem começar a pensar em eficiência no design de embalagens. Quanto mais biodegradáveis, melhor. Garrafas de vidro bonitas e resistentes, por exemplo, podem ser guardadas para reutilizar, basta ter um layout bacana. Apostar em materiais de fácil decomposição também é uma boa alternativa.

 

Algumas multinacionais vêm adotando medidas integradas de redução da poluição e de resíduos. Algumas fabricantes de sabão em pó e desodorantes diminuíram suas embalagens, mantiveram a quantidade de produto e cobram um preço proporcional à embalagem comum. Isso evita a liberação de gases poluentes dos caminhões que transportam o produto, pois se torna possível carregar mais frascos e economizar com logística.

 

Não apenas a configuração dos produtos têm de ser otimizada, as empresas necessitam adotar ações eficazes no cotidiano corporativo, com o envolvimento da equipe inteira, desde os cargos operacionais até a liderança. Fazer coleta de lixo, adquirir equipamentos e transportes de segunda mão, usar energia solar (se possível) e reutilizar água são boas práticas empresariais que zelam pela sustentabilidade e reduzem despesas.

 

Hoje, o aluguel, a troca e a compra de usados estão em alta e são os recursos mais acessados no que se chama de economia colaborativa, conhecidíssimos de quem quer alto desempenho a baixo custo.

 

Comprar um bom equipamento novo sai caríssimo e nem sempre apresenta muitas vantagens, já que a vida útil de eletrônicos de qualidade costuma ser longa e, se você compra ou aluga na mão de quem é especialista e sabe manter a máquina como nova, não precisa de uma recém-saída da fábrica.

 

O mercado, que sempre demora a mudar, já está mudando. Em todas as áreas, há alguém preocupado em achar soluções para acelerar os negócios por meio da sustentabilidade. O aluguel de materiais de informática reúne os dois.

 

O outsourcing em T.I. representa uma saída de baixo custo para a empresa iniciante. A prática já é queridinha dos ambientalistas porque inovou, propondo o aluguel de equipamentos ao invés da compra e troca desenfreada de máquinas. Os empreendedores de Ribeirão Preto e região podem contar com a Dominium para entregar soluções de informática compatíveis com o seu negócio.

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